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Carreiras
Gente boa aprende!
15/12/2011
Paulo Basílio, CEO da ALL, fala em mais uma edição do Liderança na Prática
por Ivan Oliveira
Paulo Basílio, da ALL
Quem ouve Paulo Basílio falar, logo percebe a força da cultura empresarial que sustenta a operação de organizações como a ALL, maior empresa independente de serviços de logística da América do Sul. Aos 35 anos, Basílio falou com empolgação sobre os desafios ao liderar uma empresa desse porte – hoje, são mais de 4500 funcionários – no Liderança na Prática que aconteceu em Brasília, na UnB, com a parceria da Exame e da AD&M, empresa júnior da UnB.
“Gente boa aprende! E dar oportunidade para as pessoas aprenderem é essencial para qualquer empresa”. A frase esclarece uma diretriz seguida pela ALL: buscar pessoas competentes, com visão de dono do negócio, e que queiram muito mais que uma boa remuneração. “O brilho de ter conseguido fazer um negócio, de ter vencido uma etapa, é mais importante que a vontade de ganhar dinheiro”, explica o CEO.
Formado em Economia pela UnB e mestre na mesma área pela FGV (RJ), Paulo Basílio costuma ir a campo ver a operação de perto e conversar com os funcionários. “Pra ter noção do que está acontecendo, você tem que presenciar a realidade – isso não pode vir apenas em formato de reunião”, opina o executivo. Convicto da funcionalidade da cultura que defende, Paulo valoriza a simplicidade e as soluções práticas: “Você começa a valorizar a informação simples se não você não consegue executar. E essa é a beleza; a de você visualizar o seu trabalho se transformando em algo real e efetivo.”
O bate-papo conduzido pela jornalista Cristiane Correa seguiu com valiosos apontamentos a respeito dos valores que permeiam a cultura da ALL, conhecida pela agressiva meritocracia, exposta na política de remuneração variável e na eterna vontade de crescer. “O mais bonito do modelo [meritocrático] é isso: você se esforça a abrir espaço para quem está vindo”, exalta.
“Gente boa aprende! E dar oportunidade para as pessoas aprenderem é essencial para qualquer empresa”. A frase esclarece uma diretriz seguida pela ALL: buscar pessoas competentes, com visão de dono do negócio, e que queiram muito mais que uma boa remuneração. “O brilho de ter conseguido fazer um negócio, de ter vencido uma etapa, é mais importante que a vontade de ganhar dinheiro”, explica o CEO.
Formado em Economia pela UnB e mestre na mesma área pela FGV (RJ), Paulo Basílio costuma ir a campo ver a operação de perto e conversar com os funcionários. “Pra ter noção do que está acontecendo, você tem que presenciar a realidade – isso não pode vir apenas em formato de reunião”, opina o executivo. Convicto da funcionalidade da cultura que defende, Paulo valoriza a simplicidade e as soluções práticas: “Você começa a valorizar a informação simples se não você não consegue executar. E essa é a beleza; a de você visualizar o seu trabalho se transformando em algo real e efetivo.”
O bate-papo conduzido pela jornalista Cristiane Correa seguiu com valiosos apontamentos a respeito dos valores que permeiam a cultura da ALL, conhecida pela agressiva meritocracia, exposta na política de remuneração variável e na eterna vontade de crescer. “O mais bonito do modelo [meritocrático] é isso: você se esforça a abrir espaço para quem está vindo”, exalta.












